sexta-feira, 17 de abril de 2015

TESTE DO MATUTINO E VESPERTINO DO PRIMEIRO BIMESTRE


TESTE DO MATUTINO 1º BIMESTRE 30/04/2015
LÍNGUA PORTUGUESA
AMAURÍLIA
BIOLOGIA
ROBERTO KENNEDY
HISTÓRIA
ANA VALÉRIA
MATEMÁTICA
LILIANA
INGLÊS
ELIANE


TESTE DO VESPERTINO1º BIMESTRE
DIA 30/04
DIA 04/05
PORTUGUÊS
ED DE BIOLOGIA
HISTÓRIA
ARTE
ESPANHOL
MATEMÁTICA

terça-feira, 14 de abril de 2015

matéria para avaliação -AM- português matutino



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 ATENÇÃO 3ºS ANOS B.C.D.E.F,

 Futurismo: exaltava a vida moderna (eletricidade, industrialização, máquinas, velocidade), pregava a destruição do academicismo e do passado; destruição de museus e bibliotecas. Tecia críticas às escolas anteriores, especialmente o romantismo e o parnasianismo.
·  Expressionismo: movimento que se preocupava com as manifestações do mundo interior (angustia e medo) e com as formas de expressá-las; retrata o mundo como o sentimos.
·  Cubismo: na literatura, apresentava uma linguagem caótica (frases breves e rápidas, invenção de palavras, neologismos, mistura de assuntos, espaços e tempos), humor e fragmentação da realidade; fazia uso das formas geométricas.
· Dadaísmo: apresentava improvisação, desordem, agressividade e valorizava a descrença absoluta; valorização do niilismo, cultura do nada.
·  Surrealismo: propunha a utilização de imagens extraídas dos sonhos e a utilização de metáforas surreais para que o homem pudesse se libertar da razão e da lógica. Valoriza as concepções Freud,  imagens oníricas – do sonho -.

obs.: incluem-se todos os conteúdos já ministrados. entretanto deem atenção para as vanguardas e os textos....

segunda-feira, 6 de abril de 2015

terça-feira, 31 de março de 2015

TEXTO DE SOCIOLOGIA DA PROFESSORA ALESSANDRA (ALUNOS DO VESPERTINO)

Por Roniel Sampaio Silva

Toda palavra, antes que lhe conheçamos o significado, é um enigma formidável.
(Manuel Bandeira)

Hoje vivemos em um mundo marcado pela mudança. É comum nossos pais relatarem com saudosismo das coisas do tempo deles. Em contraponto a isso, temos as mais extraordinárias promessas para o futuro. Nosso tempo tem sido marcado pelas diversas divisões sociais, conflitos étnicos e relações sociais rápidas e fragmentadas. A tecnologia tem modificado radicalmente a natureza. Vivemos na era das incertezas num mundo turbulento onde cada vez mais se fala em crise. 

Quando esta crise surgiu? Por que alguns problemas são mais freqüentes que outros? Cada um de nós tem algumas formas de explicações particulares para estas crises.  A sociologia, em especial, apresenta forma diferenciada de ver os problemas e busca fazer uma interconexão destes problemas com o contexto social, sem no entanto determinar o comportamento do indivíduo ao meio.

Para entender bem a questão da sociologia vamos analisar o exemplo do divórcio. Para muitos ele é considerado um “problema pessoal”. Entretanto, avaliando a estatística que mostra que o fenômeno tem crescido significativamente no Brasil, tomando grandes proporções, podemos concluir que não se trata apenas de um problema individual, trata-se também de um problema social. Quais poderiam ser as possíveis interconexões de fenômenos que se relacionam a este fato?  Explicar um fenômeno como este seria uma das preocupações da Sociologia.

Agora que entendemos que a sociologia está preocupada com os aspectos sociais e não individuais podemos conceituá-la:  ela é um estudo que aborda a sociedade.  Todavia, somente esta definição é insuficiente uma vez que a História também estuda a sociedade. Desta maneira a Sociologia é um estudo das relações sociais entre os indivíduos e grupos. Ou seja, preocupa-se com o comportamento social destes a partir de “influências sociais”.  Podemos exemplificar desde um encontro entre dois amigos até as relações globais como uma rede social como o facebook.

A maioria de nós vê o mundo a partir de características familiares às nossas próprias vidas. A sociologia mostra a necessidade de assumir uma visão mais ampla sobre o que somos. Ela nos ensina que aquilo que encaramos como natural, inevitável, bom ou verdadeiro, pode não ser bem assim e que os “dados” de nossa vida são fortemente influenciados por forças históricas e sociais. Entender os modos sutis, porém complexos e profundos pelos quais nossas vidas individuais refletem os contextos de nossa experiência social é fundamental para a abordagem sociológica.

Diferença entre sociologia e senso comum

Antes de problematizarmos esta relação vamos delimitar bem os espaços que estamos “pisando”. A maioria das explicações que temos do mundo são reproduzidas do senso comum e é baseado nele que manifestamos muitas de nossas opiniões. Este é um tipo de conhecimento. Dentre outros podemos destacar:

Tipo de conhecimento
Características
Senso comum           
Superficial - conforma-se com a aparência, com aquilo que se pode comprovar simplesmente estando junto das coisas.
Sensitivo - referente a vivências, estados de ânimo e emoções da vida diária.
Subjetivo - é o próprio sujeito que organiza suas experiências e conhecimentos.
Assistemático - a organização da experiência não visa a uma sistematização das ideias, nem da forma de adquirí-las nem na tentativa de validá-las.
Acrítico - verdadeiros ou não, a pretensão de que esses conhecimentos o sejam não se manifesta sempre de uma forma crítica.
Teológico/Mítico
O conhecimento religioso ou teológico parte do princípio de que as verdades tratadas são infalíveis e indiscutíveis, por consistirem em revelações da divindade, do sobrenatural.
Filosófico                   
A Filosofia encontra-se sempre à procura do que é mais geral, interessando-se pela formulação de uma concepção unificada e unificante do universo. Para tanto, procura responder às grandes indagações do espírito humano, buscando até leis mais universais que englobem e harmonizem as conclusões da ciência.
Científico
A ciência baseia-se em fatos para fazer afirmações, as quais são refutáveis por meio de novas descobertas. Assim como a filosofia, precisa ter uma coerência racional. Além disto, busca a proposição de modelos gerais baseados em experiências empíricas.

O senso comum é um tipo de conhecimento dogmático o qual acaba por encerrar a discussão. “Lugar de mulher é na cozinha”. Ponto final. A principal diferença entre a sociologia e o senso comum e que o senso comum tende a dar um ponto final nos assuntos estudados e a sociologia, assim como os demais conhecimentos críticos, busca ampliar o debate, sem esgotá-lo. Como similaridade elas tratam de temas bem parecidos. Na maioria das vezes a explicação do senso comum precede à sociologia. Então esta precisa do senso comum para tentar oferecer uma explicação alternativa.

Desta maneira, a Sociologia estuda justamente o que parece ser óbvio pra nós. Por esta razão, ela precisa distanciar-se dos discursos do senso comum para ter o status de ciência. Para tal, ela precisa de mecanismos de controle. São estas formas de controle que proporcionarão que aquele conhecimento seja “fiscalizável”. Podemos apontar como alguns mecanismos de controle da sociologia a estatística, a pesquisa histórica, entrevistas, vídeos e fotografias.

Embora o senso comum pareça inimigo da sociologia, é principalmente dele que ela se nutre, buscando analisar sobre outra perspectiva estes fenômenos. Tal relação ciência e senso comum é inviável para outras ciências como astronomia uma vez que apenas os especialistas têm acesso a telescópios e outros meios capazes de apreender os astros.  Ao contrário da astronomia, antes da “chegada” da sociologia, houve o preenchimento de sentido do senso comum. A exemplo disto, antes mesmo do estudo de uma periferia, há vários sentidos daquele lugar que o cientista precisa considerar apenas como ponto de partida e não como resultado em si. Neste sentido, um dos impedimentos do entendimento da sociologia está no fato de boa parte do que está sendo pesquisada por ela já foi preenchida de interpretação dos próprios indivíduos e reafirmados pelo senso comum. 

Na medida em que a sociologia vai ganhando contornos de nosso entendimento ela vai proporcionando uma articulação com nosso cotidiano. O grande “barato” da sociologia está no fato da possibilidade da articulação da interpretação sociológicos à nossa experiência pessoal. Esta articulação o sociólogo americano Charles Wright Mills chama de imaginação sociológica.

Qual a diferença da sociologia para as demais áreas do conhecimento?

Ao ingressar na biblioteca você reparou que os livros de sociologia têm proximidade com os livros de História, Geografia e Filosofia você perceberá que isto tem um sentido. Implica que tais disciplinas têm algo em comum.
Ciência
Objeto de estudo
Exemplo de método
Particularidade
Sociologia
Relações sociais entre grupos e indivíduos
Observação sistematizada
Enfoca-se na sociedade capitalista
Psicologia
Comportamento individual
Entrevista Clínica
Surgiu no período próximo ao da Sociologia
Filosofia
Pensamento
Experimentações mentais, lógica
É a mãe de todas as ciências
História
Fatos históricos nas sociedades
Registros escritos e orais
Estuda as sociedades pré-capitalista
Geografia
As relações espaciais humanas e físicas na superfície terrestre
Interpretação cartográfica
Aborda elementos sociais e físicos do espaço

Significa dizer que elas vão partilhar algumas vezes do mesmo tema, enfocando análises diferentes. Para que entendamos melhor a sociologia é preciso diferenciá-la destas outras.  Vamos fazer uma comparação?

É possível perceber que a relação entre estas ciências é bem íntima de modo que em alguns momentos o tema será o mesmo, mas a forma de abordagem será diferenciada. É provável que nenhum destas disciplinas relatadas dê conta de explicar a realidade em si na totalidade. Todas elas precisam umas das outras para ampliar o entendimento sobre o assunto estudado na medida em que cada uma delas é uma forma de ver o mundo.

Desse modo, podemos concluir que o mundo não se distingue dos fenômenos em si. Não há um mundo sociológico, histórico, filosófico. O que há são formas de enxergar o mundo. Estas formas de ver o mundo se relacionam e se completam. E você está pronto para aprender como ter esta visão sociológica?

Questões para reflexão:

01 - Como poderíamos resumir o que é sociologia em uma frase?
02 - O que é senso comum? E qual a relação entre sociologia e senso comum?
03 - Qual a diferença da sociologia para Psicologia, Filosofia, História e Geografia?
04 - A frase “Qual a relação entre casamento e religião?” poderia ser um problema que cabe a sociologia. Cite outro problema sociológico envolvendo os problemas da sua cidade.

Passa ou repassa:

1- Qual a semelhança entre sociologia e senso comum? 
2- Qual o objeto de estudo da sociologia? 
3- Qual a diferença entre sociologia e senso comum? 
4- Por que os temas da sociologia soa mais discutidos do que os temas da astronomia? 
5- O que é imaginação sociológica?
6- Cite exemplos de mecanismos de controle da sociologia? 
7- Qual o tema de estudo comum das ciências humanas?

segunda-feira, 30 de março de 2015

ALUNOS DO 2. HI..proximas aulas.....

Atenção Alunos dos 2s. H.I. - LITERATURA....




Canção do exílio

Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá;
As aves, que aqui gorjeiam,
Não gorjeiam como lá.
Nosso céu tem mais estrelas,
Nossas várzeas têm mais flores,
Nossos bosques têm mais vida,
Nossa vida mais amores.
Em  cismar, sozinho, à noite,
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Minha terra tem primores,
Que tais não encontro eu cá;
Em cismar
sozinho, à noite
Mais prazer eu encontro lá;
Minha terra tem palmeiras,
Onde canta o Sabiá.
Não permita Deus que eu morra,
Sem que eu volte para lá;
Sem que disfrute os primores
Que não encontro por cá;
Sem qu'inda aviste as palmeiras,
Onde canta o Sabiá. 
 
De Primeiros cantos (1847)

 









Canção do Tamoio  Gonçalves Dias. (Natalícia)
I
Não chores, meu filho;
Não chores, que a vida
É luta renhida: Viver é lutar.
A vida é combate,
Que os fracos abate,
Que os fortes, os bravos,
Só pode exaltar.
II
Um dia vivemos!
O homem que é forte
Não teme da morte;
Só teme fugir;
No arco que entesa
Tem certa uma presa,
Quer seja tapuia,
Condor ou tapir



III
O forte, o cobarde
Seus feitos inveja
De o ver na peleja
Garboso e feroz;
E os tímidos velhos
Nos graves conselhos,
Curvadas as frontes,
Escutam-lhe a voz!
IV
Domina, se vive;
Se morre, descansa
Dos seus na lembrança,
Na voz do porvir.
Não cures da vida!
Sê bravo, sê forte!
Não fujas da morte,
Que a morte há de vir!